Reforma Tributária na odontologia: o que muda para clínicas e profissionais em 2026

Rita Silva
Reforma tributária 2026: imagem de Rita Silva, ao lado dela há um lettering escrito “autores parceiros”.

Síntese do artigo

A Reforma Tributária na odontologia está trazendo mudanças relevantes para clínicas e profissionais em 2026, impactando diretamente a forma de recolhimento de impostos e a estrutura de custos do setor. A substituição de tributos atuais por novos modelos exige atenção, planejamento e adaptação na gestão financeira dos gestores.

Continue a leitura e entenda melhor!

A Reforma Tributária é a maior mudança do complexo sistema tributário brasileiro sobre o consumo aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025.

É essencial que todo profissional de saúde, incluindo o dentista, entenda o alcance e as implicações dessas mudanças, pois elas afetam tanto o dentista pessoa física quanto o dentista pessoa jurídica.

Este blog é um guia detalhado sobre o que muda para o dentista com a Reforma Tributária, abordando o regime diferenciado para a área de saúde, a não cumulatividade e os passos urgentes que você precisa seguir para se preparar para a transição.

Boa leitura!

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Quais são os objetivos da Reforma Tributária?

A Reforma Tributária foi estruturada com o propósito de corrigir distorções históricas do sistema de impostos brasileiros, que hoje é complexo, pouco transparente e gera insegurança para empresas e profissionais.

Ao redefinir a forma de arrecadação, a proposta busca criar um ambiente mais simples, previsível e equilibrado para todos os contribuintes, incluindo clínicas e profissionais da área da saúde.

Os objetivos fundamentais da Reforma incluem:

  1. Simplificação da arrecadação: unificar tributos incidentes sobre o consumo de bens e serviços;
  2. Transparência: aumentar a clareza no pagamento dos impostos;
  3. Neutralidade: acabar com o “imposto sobre imposto”;
  4. Segurança jurídica: proporcionar regras mais claras para todos os contribuintes.

O que muda com a Reforma Tributária?

A grande transformação estrutural da Reforma é a substituição de cinco tributos sobre bens e serviços (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) pelo Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

No Brasil, o IVA será dual, dividido em Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): substituirá o PIS, o Cofins e o IPI. Terá competência da União.
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): substituirá o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o ISS (Imposto sobre Serviços). Terá competência dos Estados e Municípios.

Portanto, ao invés dos cinco tributos anteriores, teremos um modelo mais simplificado baseado em CBS e IBS. Além desses da CBS e do IBS, a Reforma Tributária criou o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

Transparência: imposto “por fora” e a NFS-e

Uma mudança importantíssima é que os novos tributos (CBS e IBS) passarão a ser calculados “por fora” do valor do serviço. Isso significa que, ao emitir a nota fiscal, o paciente conseguirá visualizar, separadamente, o valor do serviço e o valor do tributo.

Para operacionalizar as novas exigências da Reforma Tributária, a padronização da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) é fundamental e, por isso, a partir de 2026, a NFS-e padrão nacional será obrigatória.

Os municípios têm duas formas para se integrarem a este padrão nacional:

  • 1ª opção: emitindo a nota fiscal pela Plataforma Nacional;
  • 2ª opção: mantendo seus próprios sistemas, porém, se integrando com o Ambiente de Dados Nacional. Se você é dentista pessoa física e está obrigado a emitir nota fiscal, esta mudança também se aplica a você.

Qual será a alíquota do IVA?

A alíquota total do IVA (soma de CBS e IBS) ainda não foi definida, mas as estimativas mais recentes do Ministério da Fazenda apontam para uma alíquota de referência em torno de 26,5% (17,7% de IBS + 8,8% de CBS).

Existe um regime diferenciado para dentistas?

Alguns setores, inclusive serviços de saúde, terão um regime diferenciado com redução de alíquota. Os dentistas terão uma redução de 60% da alíquota de CBS e IBS.

Com base na estimativa de 26,5% para a alíquota total, a alíquota para dentistas será de 10,6% -> 26,5% – 60% de redução = 10,6%.

O que é a não cumulatividade?

A não cumulatividade é uma novidade importantíssima trazida pela Reforma Tributária. É um mecanismo que permite ao consultório ou à clínica se creditar do imposto pago sobre despesas e custos relacionados com a atividade profissional.

Este crédito é deduzido do valor total de imposto a pagar, eliminando o efeito de imposto cobrado sobre imposto.

O que gera crédito de imposto para o dentista?

Tudo aquilo que o dentista pagar de IBS e CBS nas compras e serviços relacionados diretamente com a atividade profissional irá gerar crédito. Isso inclui, por exemplo:

  • Materiais de consumo;
  • Laboratórios de próteses;
  • Equipamentos;
  • Aluguel;
  • Energia.

O que não gera crédito de imposto para o dentista?

Se você não pagou IBS e CBS nas compras ou nos serviços, não existirá crédito. Abaixo, estão alguns exemplos do que não gera crédito:

  • Folha de pagamento: como não incide CBS e IBS sobre folha de pagamento, não há crédito;
  • Serviços sem documento fiscal: se o laboratório de prótese não emitir nota fiscal ou recibo do serviço prestado, não será possível obter o crédito. A regularização dos laboratórios que não emitem nota fiscal ou recibo é urgente, pois, sem documento fiscal, não há crédito de CBS e IBS.

Como calcular a alíquota efetiva?

A grande vantagem para o dentista é que, por ter um alto volume de gastos (materiais de consumo e laboratório), ele tende a acumular bastante crédito de CBS e IBS.

Vejamos um exemplo simplificado da aplicação do crédito:

  1. Débito (imposto a pagar): na emissão da nota fiscal, o valor do serviço é R$ 5.000,00. O CBS/IBS devido é R$ 530 (10,6%);
  2. Crédito (imposto pago nas compras): na compra de produtos na dental, o valor é R$ 500,00, e o CBS/IBS pago é R$ 53,00;
  3. Cálculo final: o crédito de R$53,00 é deduzido do débito de R$530,00.
    • Débito – Crédito = CBS/IBS a pagar.
    • R$530,00 – R$53,00 = R$477,00.

Neste cenário, a alíquota efetiva de CBS e IBS, considerando os créditos, não é 10,6%, mas sim 9,54% (R$477,00 / R$5.000,00 x 100).

É fundamental comparar esta alíquota efetiva (que considera os créditos) com a alíquota atual de imposto para determinar se a sua carga tributária irá diminuir ou aumentar.

Não basta comparar apenas a alíquota nominal de 10,6% de CBS e IBS sem considerar os créditos.

Dentistas pagarão mais impostos com a Reforma Tributária?

A resposta para esta pergunta é: depende! Essa avaliação deve ser feita por meio de um Planejamento Tributário específico, simulando Pessoa Física e Pessoa Jurídica e o aproveitamento de créditos.

Para entender o impacto, é fundamental analisar como o pagamento de impostos funciona atualmente para o dentista em diferentes regimes.

Situação atual dos tributos (PIS, COFINS e ISS) da Reforma Tributária 2026 para dentistas e clínicas odontológicas.

Cenários pós-Reforma

Com a Reforma Tributária entrando em vigor, diferentes perfis de atuação profissional sentirão os impactos de maneiras distintas. Veja alguns exemplos abaixo: 

Dentista Pessoa Física

O dentista pessoa física, que atualmente paga ISS fixo e não paga PIS e COFINS, tem uma grande chance de pagar mais imposto com a Reforma Tributária. Isso ocorre porque, com a extinção do ISS fixo, o CBS e o IBS incidirão diretamente sobre a receita.

Hoje, em termos percentuais sobre o faturamento, o dentista pessoa física é quase isento de tributos sobre consumo.

É importante notar que a Reforma não alterou a legislação do imposto de renda e da previdência. Portanto, a obrigação de pagar carnê-leão e INSS permanece para o dentista pessoa física.

Dentista Pessoa Jurídica do Simples Nacional

O dentista pessoa jurídica do Simples Nacional terá duas opções:

1ª opção: poderá permanecer exatamente com a mesma tributação atual. Se optar por pagar CBS e IBS junto da guia do Simples Nacional, não poderá aproveitar crédito de CBS e IBS.

2ª opção: se optar por pagar CBS e IBS “por fora” da guia do Simples Nacional, poderá se creditar dos tributos pagos anteriormente.

Dentista Pessoa Jurídica do Lucro Presumido e Lucro Real

Para os dentistas nesses regimes, o aumento ou redução da alíquota dependerá da atual alíquota de ISS e dos créditos com material, laboratório de prótese e outros serviços, pois os créditos de CBS e IBS serão importantíssimos para reduzir o imposto a pagar.

Quem se organizar e souber aproveitar os créditos pode, sim, pagar menos imposto, enquanto quem não se preparar pode acabar pagando mais.

Split payment: como afetará o fluxo de caixa

Com a Reforma Tributária de 2026, haverá um novo sistema de recolhimento de tributos chamado split payment.

Split payment é a divisão de recebíveis entre o dentista e o governo, ou seja, quando o paciente efetuar o pagamento, o banco ou a operadora de cartão irá dividir, automaticamente, o valor entre o dentista e o governo, evitando, assim, que o dinheiro do imposto seja depositado na conta do dentista para, posteriormente, ele pagar o tributo. Já será feita a “retenção na fonte” do imposto.

Esta divisão automática irá impactar o fluxo de caixa da clínica odontológica, pois irá reduzir a liquidez disponível. O valor do imposto não passará pela sua conta. Hoje, como o valor recebido é integral, incluindo os impostos, a clínica fica com o dinheiro do governo até o vencimento da guia de imposto.

O split payment eliminará este tempo que as clínicas possuem para usar o valor do imposto. O split payment será implementado a partir de 2027.

Período de transição

O período de transição para o novo modelo tributário é longo e gradual, começando em 2026 e terminando em 2032. Somente a partir de 2033 é que os impostos atuais serão completamente extintos, passando a vigorar o IBS e CBS.

Em 2026, é apenas uma fase de teste da Reforma Tributária com alíquota de 0,9% CBS e 0,1% de IBS. Não haverá pagamento dos novos tributos!

Qual é o cronograma da Reforma Tributária?

  • 2023: Promulgação da Reforma Tributária (Emenda Constitucional 132/2023);
  • 2025: Regulamentação da Reforma Tributária (Lei Complementar 214/2025);
  • 2026: Início da fase de teste. A alíquota será de 0,9% para CBS e 0,1% para IBS. Não haverá pagamento dos novos tributos, sendo este um período de adaptação e verificação;
  • 2027: Extinção do PIS e COFINS e início da cobrança efetiva de CBS;
  • 2028: sem alterações;
  • 2029 a 2032: ICMS e ISS serão gradualmente reduzidos e substituídos pelo IBS;
  • 2033: Implementação total do IBS e CBS e extinção completa do ICMS e ISS.

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Como 2026 é apenas o período de teste, devo esperar 2027?

Esperar por 2027 para começar a se adequar é um erro que pode custar caro. Em 2026, você deve:

1. Verificar sua precificação

É fundamental revisar a forma de cálculo dos seus serviços. Lembre-se de que CBS e IBS serão calculados “por fora” do valor do serviço, o que afeta diretamente sua precificação.

Quem paga os impostos é o paciente e não o profissional. Aprender a precificar corretamente, considerando a margem de lucro desejada, é crucial. Não esqueça: sonegação para pagar menos imposto nunca é o caminho adequado!

2. Regularizar os profissionais e laboratórios informais

Aproveitar os créditos de CBS e IBS é vital para pagar menos imposto. Sem documento fiscal (nota fiscal ou recibo), não há crédito.

  • Laboratórios de prótese: comece a conversar com os laboratórios que não emitem nota fiscal ou recibo. Atenção: laboratórios de prótese não podem ser MEI. Se o laboratório for MEI e emitir nota fiscal para você, você não terá nenhum crédito de IBS e CBS.
  • Dentistas parceiros: outro prestador de serviço que você terá que regularizar é o dentista parceiro. Esta informalidade de pagamento ao parceiro tem que chegar ao fim!

3. Reavaliar o Regime Tributário

Para o dentista pessoa física, é provável que a carga tributária aumente. Por isso, é necessário reavaliar se a permanência como pessoa física ainda é a melhor opção.

Se você já é pessoa jurídica, é preciso comparar os regimes tributários (Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real). A decisão deve considerar faturamento, folha de pagamento, despesas e, principalmente, o aproveitamento de créditos de IBS e CBS.

Lembre-se de que o Simples Nacional terá a opção de aproveitar ou não os créditos de IBS e CBS.

4. Esqueça o controle em papel ou planilha

O controle financeiro é uma das etapas mais importantes da gestão. Para maximizar a redução de impostos, é necessário um sistema capaz de mostrar o financeiro do consultório ou clínica de forma organizada, permitindo o controle preciso dos créditos que serão utilizados.

Quanto melhor for o controle das notas fiscais de compras, mais créditos você poderá aproveitar para reduzir a tributação efetiva.

Como o Clinicorp ajuda o dentista e gestor nas adaptações da Reforma Tributária?

Entender a Reforma Tributária de 2026 é o primeiro passo. O segundo é ter as ferramentas certas para colocar tudo isso em prática no dia a dia da clínica, sem depender de controle manual ou de descobrir o problema só quando ele já apareceu no caixa.

A seguir, vamos verificar algumas funcionalidades do Clinicorp, software odontológico para consultórios e clínicas odontológicas, que ajudam nessa adaptação.

Plataforma financeira Clinipay

A Clinipay é a plataforma financeira integrada ao sistema Clinicorp, feita para dar visibilidade e controle real do financeiro da clínica.

Tela da plataforma financeira Clinipay integrada ao software odontológico Clinicorp.

Com ela, o gestor enxerga possíveis reduções de liquidez chegando, como as que o split payment vai trazer a partir de 2027, e se planeja antes de sentir o aperto no bolso, em vez de ser pego de surpresa quando o dinheiro do imposto parar de passar pela conta.

Emissão de notas fiscais eletrônicas integrada

A partir de 2026, a NFS-e nacional passa a ser obrigatória e exige campos específicos de IBS e CBS. E aqui a regra é simples: sem nota fiscal válida (do dentista, do laboratório de prótese, do parceiro), não existe crédito de imposto.

Tela de Emissão de notas fiscais eletrônicas (NFS-e) integrada ao software odontológico Clinicorp.

Com a emissão automática e centralizada do Clinicorp, o gestor evita a informalidade que “queima” crédito tributário. Cada nota que não sai certa é dinheiro que o dentista literalmente joga fora.

DRE e relatórios financeiros por procedimento e profissional

Decidir entre pagar CBS e IBS “por dentro” ou “por fora” da guia do Simples Nacional, ou seja, abrir mão do crédito ou aproveitá-lo, exige simulação com dados reais de despesas e receitas.

Tela de pagamento e comissões, DRE e relatórios financeiros por procedimento e profissional, integrada ao software odontológico Clinicorp.

Com o DRE e os relatórios financeiros do Clinicorp, organizados por procedimento e por profissional, o dentista tem em mãos exatamente a base de dados que qualquer planejamento tributário decente vai pedir ao contador.

Régua de Cobranças e Agentes Clinicorp IA

A inadimplência dói mais quando o split payment já reduziu a margem de manobra do caixa. Por isso, a Régua de Cobranças automatiza o processo de cobrança de pacientes inadimplentes, tirando essa tarefa manual das mãos do gestor e garantindo que nenhum paciente em atraso fique esquecido.

Tela de Régua de Cobrança integrada ao software odontológico Clinicorp.

Além disso, os Agentes Clinicorp IA reforçam essa cobrança com mensagens automatizadas e personalizadas, aumentando as chances de recuperação do valor sem desgastar a relação com o paciente. Juntas, as duas funcionalidades protegem o fluxo de caixa da clínica justamente no momento em que ele fica mais sensível.

Tela de Agemtes Clinicorp IA integrada ao software odontológico Clinicorp.

Essas funcionalidades trabalham juntas para dar ao dentista e ao gestor o controle financeiro e a organização fiscal necessários para atravessar a transição da Reforma Tributária de 2026 com segurança, sem surpresas no caixa nem perda de créditos por desorganização.

Conclusão

A Reforma Tributária de 2026 substituirá cinco tributos: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, por dois, IBS e CBS, simplificando o sistema tributário brasileiro. Além disso, traz como grande novidade a não cumulatividade, importantíssima para quem tem muitos gastos, como dentistas.

Tudo o que o dentista pagar de CBS e IBS para a atividade profissional vira crédito para deduzir do imposto a pagar das notas fiscais ou recibos emitidos, reduzindo a tributação efetiva. Lembrando que gasto pessoal não gera crédito. Dentista terá uma redução de 60% da alíquota de CBS e IBS. Com a projeção da alíquota de 26,5%, a alíquota estimada para dentista é 10,6%.

Para o dentista saber se irá pagar mais ou menos imposto com a Reforma, somente fazendo Planejamento Tributário com especialista na área de saúde para simular o imposto entre pessoa física e pessoa jurídica nos diferentes regimes tributários.

Quem se organizar e souber aproveitar os créditos pode, sim, pagar menos imposto, enquanto quem não se preparar pode pagar mais. Depende de você!

O que aprendemos neste artigo?

Esta seção pretende sanar as principais dúvidas acerca da Reforma Tributária de 2026 na odontologia por meio de perguntas e respostas rápidas.

Perguntas frequentes

A Reforma Tributária de 2026 vai aumentar os impostos para dentistas?

Depende do perfil do profissional, do regime tributário e da capacidade de aproveitamento dos créditos de CBS e IBS.

Dentistas terão algum benefício na nova tributação na Reforma Tributária de 2026?

Sim. Os serviços odontológicos têm redução de 60% na alíquota de CBS e IBS, além do direito a não cumulatividade.

O que muda com o fim do ISS fixo na Reforma Tributária de 2026?

O ISS está sendo substituído pelo IBS, que incide diretamente sobre a receita, impactando principalmente o dentista pessoa física.

Vale a pena esperar 2027 para se adequar à Reforma Tributária de 2026?

Não. 2026 é o período ideal para ajustar precificação, regularizar fornecedores e revisar o regime tributário.

A Reforma Tributária exige organização financeira, controle de notas fiscais e visão estratégica para aproveitar créditos e evitar aumento de impostos. Sem dados confiáveis e gestão estruturada, o risco de pagar mais tributos é real, especialmente durante o período de transição.

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